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Agepress - Soluções com futuro

Agepress - Soluções com futuro

“A aposta nas soluções KIOS kube e print foi uma mais-valia para os nossos pontos de venda ”, começa por revelar a empresária Fernanda Sousa, de 52 anos, que sabe bem o que significa gerir o negócio sem estas práticas ferramentas de gestão e impressão.

“Há 10 anos que sou proprietária deste ponto de venda, na Rebelva, na linha do Estoril, e, há dois anos, abri outro no bairro de São João, bem perto deste”, explica, a dona da AGEPRESS, sublinhando que ainda se lembra dos tempos em que não existia o KIOS kube. “Tínhamos muito mais trabalho a organizar as nossas tarefas diárias”, admite.

Para além das soluções KIOS anteriormente mencionadas, Fernanda Sousa também já frequentou as formações do KIOS academy. “Gostei muito de frequentar o workshop de “Organização e Gestão do Ponto de Venda”, revela. “Aprendi a trabalhar melhor com o KIOS kube, mas também me ensinaram a gerir melhor o meu negócio, dando importância à exposição dos produtos, à luminosidade da loja, entre outras dicas”, especifica Fernanda Sousa. “Nesse dia tomei consciência de que o KIOS Kube é um produto muito bom e intuitivo, pois exige o mínimo de conhecimentos”.

A empresária está de tal forma rendida ao mundo KIOS que decidiu apostar na solução mais recente, o KIOS print. Antigamente, e com “uma fotocopiadora normal não poderia oferecer nada mais do que as habituais fotocópias e digitalização”, mas agora admite estar muito feliz, porque tem um equipamento que para “além de ser muito útil, é extremamente rentável para a nossa atividade”, pois permite aumentar a oferta de serviços de impressão.

Ocupando uma área útil de 70 metros quadrados, a AGEPRESS está situada mesmo em frente aos correios de Rebelva. Além das publicações, neste ponto de venda os clientes podem adquirir uma panóplia de produtos, desde brindes a brincos, artigos em cortiça, passando por raspadinhas, tabaco, postais, doces, brinquedos e livros. “Temos uma oferta variada a todos os níveis”, esclarece Fátima Sousa, que conhece bem os seus clientes. “São sobretudo moradores, de várias idades, na sua maioria de uma classe média alta, logo têm algum interesse cultural”, justifica.

A antiga formadora da Electroliber está muito satisfeita com os seus resultados. “Mesmo em momentos de crise, não me posso queixar”, confessou, antes de prometer que não vai parar por aqui e que irá “continuar a investir para oferecer mais serviços aos seus clientes fiéis”.

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